quarta-feira, 22 de março de 2017

TUDO SOBRE O MUSEU DO LOUVRE

TUDO SOBRE O MUSEU DO LOUVRE


BONJOUR PEOPLES!
Isso mesmo, francês e inglês numa única frase! 
Quer algo melhor?
Hoje vim falar do nosso querido e amado Louvre em Paris!
Então fique de olho!

Frequentemente vence o  rankings do museu mais visitado do mundo, a média da última lista é superior a 8 milhões de pessoas anuais!
O palácio foi construído durante o século 12 e virou museu em 1793, quatro anos após a Revolução Francesa.
Nele há mais de 35 mil obras em exibição!
São mais de 60 mil metros quadrados de área!

SUA HISTÓRIA
As origens do Louvre remontam ao ano de 1190, quando lá foi construída uma massiva fortaleza junto às margens do rio Sena. O castelo do rei Felipe Augusto possuía um ar obviamente bélico, com muralhas e torres. No século 14, o rei Carlos V imprimiu um ar menos espartano ao complexo, agora transformado em residência real. Os ares palacianos surgiriam pela vontade dos soberanos renascentistas Francisco I (que demoliu o antigo castelo e trouxe Leonardo da Vinci para a França — com a Mona Lisa a tiracolo) e Henrique IV (que  abrigou artistas que montaram atêlies em seus recintos).
Com a mudança da corte para Versalhes, o Louvre ficou em estado lastimável, sendo transformado em museu em 1793, durante a Revolução Francesa. Com a expansão colonialista francesa durante o século 19, uma série de antiguidades do Oriente Médio e Egito foram “importadas” pelos franceses. Jean François Champollion, o homem que decifrou a Pedra de Rosetta, foi o primeiro curador do departamento egípcio.
A última grande intervenção no edifício foi comandada pelo presidente François Mitterand em 1989, que encomendou o polêmico — como tudo em Paris — projeto de I.M. Pei, o triangulo na entrada.


DEPARTAMENTOS
O Museu do Louvre cobre um longo e precioso trecho da produção artística do homem. A curadoria dividiu o acervo em sete coleções, dispostas em três seções principais: Sully (o Cour Carrée), Richelieu (que abrange a ala paralela à Rue de Rivoli) e Denon (a ala ao longo do rio Sena). Todas elas possuem acesso através da pirâmide.

Os departamentos seguem um labiríntico roteiro pelo museu: Antiguidades (dividido em coleções egípcia, grega, romana e etrusca), Pinturas (principalmente francesas e europeias), Antiguidades Orientais (objetos do Oriente Médio, Mesopotâmia, Índia e norte da África), Esculturas, Arte Decorativa, Gravuras e Desenhos (que conta com manuscritos com iluminuras e esboços e estudos de mestres como Leonardo e Rembrandt) e Arte Tribal (hoje no novíssimo Museu Quai-Branly).
DESTAQUES
– A Mona Lisa (La Gioconda), pintura de Leonardo da Vinci, do século 16

– Le Radeau de la Méduse, pintura de Théodore Géricault, do século 19

– A Vitória de Samotrácia, escultura grega de cerca de 190 a.C.

DICAS
*Chegue bem cedo e evite filas. 
* Conheça todos os destaques das amostras primeiro e depois, com mais calma, passe pelas obras menos disputadas. Se já é um veterano, faça uma programação antecipada para evitar o sobe e desce.
* Compre o ingresso pelo site.
* O Louvre possui três entradas: a da pirâmide é de longe a mais congestionada, portanto evite-a. A única exceção é se você possui um Paris Museum Pass, que tem um acesso exclusivo. As entradas da Porte des Lions e da Galerie du Carrousel são mais tranquilas e, por vezes, podem estar surpreendentemente vazias nos meses de inverno e no começo da primavera.
* Na alta temporada, de junho a agosto, entre 10h e 15h, as filas podem durar até 2 horas sob o sol de verão.
Então... 
#FICADICA
E tchauuu!

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